relatorio

IP

Cada dispositivo conectado a uma rede TCP/IP é identificado por um único endereço IP. Se um computador tiver múltiplos adaptadores de rede, cada um terá o seu próprio endereço IP. Este endereço, é representado em notação decimal pontilhada, isto é, como o valor decimal de cada octeto (oito bits ou um byte) do endereço separado por um ponto.

Exemplo de endereço IP: 192.168.1.100

Como os endereço IP identificam dispositivos numa rede, deve ser atribuído um endereço IP exclusivo a cada dispositivo na rede.
Embora um endereço IP tenha um único valor, ele contem dois tipos de informação identificador de rede e identificador de host do seu computador.


Identificador de rede - dentifica os sistemas que estão localizados na mesma rede física. Todos os sistemas na mesma rede física devem ter o mesmo identificador de rede, que deve ser exclusivo na interligação de redes.

Identificador de host - identifica uma estação de trabalho, um servidor, um router ou outro TCP/IP numa rede. O endereço de cada dispositivo deve ser exclusivo para aquele identificado na rede.


Um computador conectado a uma rede TCP/IP utiliza o identificador de rede e de host para determinar que pacotes devem receber ou ignorar, bem como determinar o escopo (alvo/objectivo) das suas transmissões (apenas comutadores com o mesmo identificador de rede aceitam mensagens de difusão ao nível IP entre si).
As redes que se conectam à internet publica devem obter um identificador de rede oficial do centro de informações de rede Internet (inter NIC, internet, Network information Center) para garantir a exclusividade do identificador da rede IP.
Após receber um identificador de rede, o administrador da rede local deve atribuir identificadores de host exclusivos para os computadores da rede local. Embora as redes privadas que não estejam conectadas à Internet possam utilizar seu próprio identificador de rede, obter um identificador de rede válido no inter NIC permitirá que uma rede privada seja conectada à Internet no futuro, sem atribuir um endereço novamente.


A comunidade Internet definiu classes endereço para acomodar redes de tamanhos diversos. A classe de endereço pode ser reconhecida no primeiro octeto de um endereço IP.
A tabela abaixo resume a relação entre o primeiro octeto de um determinado endereço, e seus campos de identificação de rede e de host.
Identifica também o número total de identificadores de rede e de host para cada classe de endereço que faz parte do esquema de endereçamento da Internet. Este exemplo utiliza w.x.y.z para designar os bytes do endereço IP.










Os endereços de classe A tem o bit de mais alta ordem sempre 0
Os endereços de classe B tem os dois bits de mais alta ordem 10
Os endereços de classe C tem os três bits de mais alta ordem 110


Classe A: O primeiro número identifica a rede, os demais três números indicam a máquina. Cada endereço classe A consegue endereçar até 16.777.214 máquinas.
P.Ex: 124.95.44.10
124.96.40.23
124.99.33.15





• Classe B: Os dois primeiros números identificam a rede, os dois demais identificam a máquina. Esse tipo de endereço consegue endereçar até 65.534 maquinas em uma rede.
P.Ex: 151.10.13.28
151.10.40.11
151.10.44.15




• Classe C: Os três primeiros números identificam a rede, o último indica a máquina. Com isso consegue-se endereçar até 254 máquinas.
P.Ex: 201.110.213.28
201.110.213.29
201.110.213.30





Máscaras de Sub-Rede

As máscaras de sub-rede são valores de 32 bits que permitem que os destinatários de pacotes IP distingam o número do identificador de rede do endereço IP do host.
Por exemplo, quando o endereço IP é 194.157.57.27 e o host e a máscara de sub-rede é 255.255.255.0, o identificador de rede é 194.157.57 e o de host é 27.

Como a classe de um host é facilmente determinada, configurar um host com uma máscara de sub-rede pode parecer redundante. Mas as máscaras de sub-rede são utilizadas também para maior segmentação de um identificador de rede atribuído, entre diversas redes locais. Às vezes, apenas parte de um octeto precisa ser segmentada, utilizando-se apenas alguns bits para especificar identificadores de sub-rede e o mesmo identificador de rede.











As máscaras de rede padrão são:

• Classe A: 255.0.0.0

• Classe B: 255.255.0.0

• Classe C: 255.255.255.0


Regras básicas para endereçamento IP

Existem algumas regras gerais que devem ser seguidas quando se aplica endereços a host ou redes, principalmente se este host ou essa rede se encontram ligadas à Internet.

Endereço 127 é reservado para teste (look-back) e comunicação interprocessos no computador local; não é um endereço de rede válido.

Os endereços 224 e superiores são reservados para protocolos especiais (IGMP – difusão limitada de Protocolo de gestão de grupos Internet e outros), e não podem ser utilizados como endereço de host.

O endereço 255 (todos os bits on) não deve ser usado nem para host nem para rede, pois ele é interpretado como broadcast (é um endereço IP que permite que a informação seja enviada para todas as maquinas de uma LAN, MAN, WAN e TANS, redes de computadores e sub-redes).

O endereço 0 (todos os bits off) também não deve ser usado, ele interpretado como endereço de rede somente.

- O endereço de um host deve ser único para uma rede.

Protocolo

Podemos definir um protocolo de comunicação de dados como um conjunto de regras que controla a comunicação para que ela seja eficiente e sem erros.

Um dos objetivos principais do protocolo é detectar e evitar a perda de dados ao longo da transmissão deles, caso isso ocorra.

O protocolo nada mais é que um software ou programa de computador, que recebe ou envia os dados a serem transmitidos, gerando, no inicio e no fim das mensagens transmitidas, os caracteres de controle, confirmação de recebimento, controle de seqüência das mensagens ou blocos de dados transmitidos, cálculo e checagem do algoritmo de detecção de erros e outros controles necessários a uma boa transmissão.


PROTOCOLOS TCP/IP (Transmission Control Protocol /Internet Protocol)

O protocolo TCP/IP foi criado visando atender a necessidade de endereçamento e de interconexão de redes. Podemos considerar o TCP/IP como arquitetura formada por um conjunto de protocolos de comunicação utilizados em redes locais (LAN “s) ou em redes externas às empresas (WAN’s)”.


IP

IP é o protocolo não orientado a conexão responsável pelo o encaminhamento dos dados pela rede, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino. Isto é feito por meio de endereços. Tais endereços são chamados IP.


ENDEREÇO IP

ENDEREÇO IP: Cada host, ou seja, cada computador ou equipamento que faz parte de uma rede, deve ter um endereço pelo qual é identificado na rede. Em uma rede TCP/IP, todos os hosts têm um endereço IP.
O endereço IP poderá ser fixo ou dinâmico.


IP FIXO

IP FIXO: é quando o administrador da rede atribui um número ao equipamento e este número permanecerá registrado no equipamento mesmo quando ele estiver desligado.


IP DINÂMICO

IP DINÂMICO: este não será atribuído pelo administrador da rede e sim através de um software chamado DHCP (“Dinâmic Host Configuration Protocol”), que tem como função a atribuição de IP a cada equipamento que se conectar a rede.
Neste tipo de IP, quando o equipamento for desconectado da rede, perderá o seu número e só obterá um novo ou o mesmo número quando se conectar novamente. É o tipo de IP utilizado pelos provedores quando um usuário se conecta a Internet.


Obs.: o endereço IP de cada host na mesma rede deverá ser exclusivo, pois caso contrário, gerará um conflito de rede.


TCP

TCP - Transmission Control Protocol: responsável pela transferência dos dados propriamente ditos. É um protocolo orientado a conexão, ou seja, efetua a transferência dos dados e verifica a integridade dos mesmos até o destino. Caso ocorra alguma perda durante o percurso eles serão retransmitidos.


UDP

UDP – User Datagram Protocol: responsável pela transferência dos dados, porém não orientado a conexão, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino.


ICMP

ICMP – Internet Control Message Protocol: protocolo integrante do protocolo IP, usado pelos roteadores para informar a máquina transmissora a ocorrência de um erro com o datagrama enviado. Ele não se preocupa em corrigir o erro nem tampouco em verificar a integridade dos datagramas que circulam pela rede.


GATEWAY

Podemos entender o gateway como um conversor de protocolo, um sistema composto de hardware e software que conecta arquiteturas diferentes (Netware, SNA, Unix e outras), fazendo, por exemplo, com que o computador de uma rede local com sistema Netware e protocolo IPX fale com um computador do outro lado que opera o sistema SNA e protocolo HDLC.

É basicamente utilizado quando precisamos conectar aplicações que ficam em computadores e sistema de fabricantes diferentes com protocolos diferentes.


DNS – Domain Name Sistem:

Todas as máquinas numa rede TCP/IP possuem um endereço IP. Acontece que os endereços IP não são tão fáceis de serem recordados quanto nomes. Por isso, foi criado o sistema DNS, que permite dar nome a endereços IP, facilitando a localização de máquinas por nós, humanos.
Você já conhece vários endereços de máquinas na Internet. Endereços como www.idc.org.br na verdade são uma conversão para a forma nominal de um endereço IP (é muito mais fácil guardar o endereço nominal www.idc.org.br do que o endereço IP 200.125.125.8, por exemplo). Quando você entra com esse endereço nominal num browser da Internet, o browser vai comunicar com um servidor DNS, que é o responsável por descobrir o endereço IP do nome dado na entrada, permitindo que a conexão seja efetuada.
Dessa forma, os servidores DNS possuem duas funções: converter endereços nominais em endereços IP e vice-versa.

ligar dois computadores com cabos cruzado

Este método permite apenas criar uma rede com 2 computadores.

1- Temos que ter 2 computadores, com uma placa de rede instalada em cada um, ter instalado o Sistema Operativo (Neste exemplo WIN XP) e um cabo cruzado.

2- Ligamos as duas placas de rede dos computadores através do cabo cruzado.

3- Vamos ao ícone Os meus locais na rede e escolhemos a opção Configurar uma rede de pequeno escritório ou doméstica.

4- Seguinte e novamente Seguinte

5- Caso o seu assistente tenha localizado hardware desligado terá que seleccionar a caixa que diz “Ignorar hardware de rede desligado” e depois clique em Seguinte.

6- No método de ligação terá que seleccionar o tipo de rede que pretende implementar.

















Se pretender partilhar o acesso à Internet nesta rede terá que seleccionar no computador que está ligado ao modem a 1ª opção (Este computador liga directamente à Internet…) e no outro computador a 2ª opção.

Caso não pretenda partilhar a Internet então deverá escolher a 3ª opção.


7- Se optar pela partilha de Internet então no computador que liga à Internet terá que escolher a ligação já existente que utiliza para se ligar à Internet, p.ex: Alcatel Speedtouch Conection (exemplo de uma ligação de um modem Adsl).

8- Escolha uma descrição do computador (nome pelo qual será reconhecido na rede).

9- Determine o grupo de trabalho (workgroup), terá que ser igual nos 2 computadores, para estes ficarem na mesma rede.

10- Escolha a opção de partilha de ficheiros e impressora.

11- Caso as opções estejam todas correctas clique em Seguinte.

12- Escolha apenas para concluir a assistente e não é necessário criar disco, etc.
















No Computador Servidor de Internet teremos ainda que activar a opção Partilha de ligação à Internet e assinalar a opção Permitir a outros utilizadores da rede ligar através da ligação à Internet deste computador.





Se a ligação em rede estiver limitada ou inexistente (Sinal de perigo – triangulo com um ponto de exclamação):

1- Ligações de Rede

2- Ligação da área local ou da ligação ao modem ADSL e clique com o botão direito do rato e escolhemos Propriedades.

3- Seleccione TCP/IP e depois Propriedades.

















4- Definir IPs compatíveis, p.ex:

No computador 1 – as definições que estão na figura.

No computafor 2 – IP- 100.100.100.2

Mascara – 255.255.255.0

montar a rede em estrela

Topologia de rede: Estrela
_ Meio Físico: Estrela
_ Tipos de cabos, conectores, placas de rede, Hub ou switch, posição dos cabos dentro do conector.


Hub, RJ45, cabo de par entrançado














Os passos de como montar uma rede em Estrela

1) Ligar o switch a corrente.
2) Ligar os cabos rj45 do switch para o PC.
3) Vai-se a propriedades de redes e mete-se no TCP/IP IV4.
4) Mete-se o IP desejado para a rede mudando sempre o ultimo algarismo pois é o da máquina.

Topologia em Estrela (star) é nome de uma topologia de rede de computadores. Pode-se formar redes com topologia estrela interligando computadores através de switches ou qualquer outro concentrador/comutador.















A topologia Barramento (Bus) é uma topologia de rede em que todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados (Backbone). Apesar de os dados não passarem por dentro de cada um dos nós, apenas uma máquina pode “escrever” no barramento num dado momento. Todas as outras “escutam” e recolhem para si os dados destinados a elas. Quando um computador estiver a transmitir um sinal, toda a rede fica ocupada e se outro computador tentar enviar outro sinal ao mesmo tempo, ocorre uma colisão e é preciso reiniciar a transmissão.














A topologia de rede em anel (ring) consiste em estações conectadas através de um circuito fechado, em série, formando um circuito fechado (anel). O anel não interliga as estações directamente, mas consiste de uma série de repetidores ligados por um meio físico, sendo cada estação ligada a estes repetidores.Redes em anel são capazes de transmitir e receber dados em configuração unidirecional; o projeto dos repetidores é mais simples e torna menos sofisticados os protocolos de comunicação que asseguram a entrega da mensagem corretamente e em seqüência ao destino, pois sendo unidirecionais evita o problema do roteamento.














A topologia em árvore (tree) é essencialmente uma série de barras interconectadas. Geralmente existe uma barra central onde outros ramos menores se conectam. Esta ligação é realizada através de derivadores e as conexões das estações realizadas do mesmo modo que no sistema de barra padrão.














A topologia em Malha (mesh) os computadores estão todos ligados uns aos outros atraves de uma placa de rede especial com varias entradas e assim ligam-se todos directamente uns aos outros com um cabo entrelancado.

Meios físicos de transmissão
Com ou sem fios são os canais de comunicação pelo qual os computadores enviam e recebem informação.
• Cabos
– Eléctricos
• Entrançados
• Coaxiais
– Ópticos

Cabos eléctricos (entrançados e coaxiais)
Cabos coaxiais
















É um cabo constituído por um núcleo de cobre (ou alma condutora), seguido de uma camada isoladora, de uma malha destinada à ligação à terra e uma última camada protectora. São parecidos aos usados em aparelhos de televisão (fio da antena de televisão).



A: revestimento de plástico
B: tela de cobre (ligação à terra)
C: isolador dieléctrico interno
D: núcleo de cobre


Thin Ethernet (Cabo coaxial fino)
• 10Mbps
• 185 m sem Repetidor
• Conectores BNC
• Dois terminais

















Thick Ethernet (Cabo coaxial grosso)
• 100Mbps
500 m sem Repetidor



Vantagens:
• Fácil instalação
• Barato
• Resistência a interferências electromagnéticas
• Taxas de transmissão razoáveis
• Flexibilidade

Desvantagens:
• Mau contacto
• Difícil manipulação
• Lento para redes com muitos computadores
Utilizado na topologia Bus

Cabos entrançados
- Cabos em que cada par de fios lá dentro forma uma trança para diminuir a interferência dos outros fios do cabo. Existem vários tipos de cabo entrançados (com blindagem, sem blindagem, etc).
São uma invenção de Graham Bell (inventor do telefone).
- Usados nas linhas telefónicas, devido as boas características de transmissão têm sido largamente utilizados nas redes locais e em redes alargadas.




• Mais baratos que os blindados e mais práticos de instalar. São os mais usados nas redes locais.













-Revestidos por um plástico para proteger das interferências electromagnéticas.





stp













Vantagens:
• Fácil instalação
• Barato
• Instalação flexível
• Usados com hubs ou switchs



Desvantagens:
• Cabo curto (máximo de 90/100 metros)
• Interferências eletromagnéticas

Tipos de cabos entrançados
Existem nas versões blindada (STP) e não blindada (UTP):
Cat. 3 UTP, STP 16 Mbps
Cat. 4 UTP, STP 20 Mbps
Cat. 5 UTP, STP 100 Mbps
Cat. 6 UTP, STP 155 Mbps
Cat. 7 UTP, STP 1000 Mbps
















Mais exactamente, os tipos disponíveis são:
UTP (Unshielded Twisted Pair) – sem qualquer tipo de blindagem – os mais comuns.
STP(Shielded Twisted Pair) – com blindagem exterior envolvente e blindagem para cada par.
S/UTP(Screened/ Unshielded Twisted Pair) – apenas com blindagem exterior envolvente.


Que tipo de cabo devo usar?
- Os tipos de cabos estão, em primeiro lugar, associados a normas para redes que estudaremos adiante.
- Os blindados apenas se justificam em ambientes onde existem aparelhos eléctricos que possam interferir nos sinais transmitidos nos cabos.

Categorias dos cabos entrançados
















Cabos ópticos
• Usam fibra óptica e são capazes de transmitir vários triliões de bits por segundo (Gbps).
• As almas condutoras ou núcleos – que conduzem à velocidade da luz – podem ter entre 50 e 100 mm de diâmetro.
• Excelente meio para transmitir sinais digitais, permitem efectuar um elevado número de transmissões em simultâneo.



















Vantagens:
• Velocidades altas
• Isolamento eléctrico
• Imune a interferências electromagnéticas
• Menor perda de sinal
• O cabo pode ser longo
• Alta taxa de transferência
• Espessura mais fina, mais leves
Desvantagens:
• Muito caro (cabos, acessórios, mão de obra)
• Difícil de instalar
• Quebra com facilidade (quando torcido)
• Difícil de ser remendado
• Injustificada a utilização em redes locais.

Vantagens dos cabos ópticos em relação aos cabos entrançados
• Enorme capacidade de transmissão
• Imunes a interferências electromagnéticas
• Taxa de erros muito baixa
• Muito maiores distâncias sem necessidade de repetidores
• Muito mais bits por muito menos diâmetro de cabos



Para criar um cabo destinado a conectar os computadores ao hub (ou switch), a sequência tanto no conector do computador quanto no conector do hub será a seguinte:



1- Branco com Laranja
2- Laranja
3- Branco com Verde
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Verde
7- Branco com Castanho
8- Castanho


CABO CRUZADO (CROSS-OVER)
É possível criar um cabo para ligar directamente dois computadores, sem usar um hub, este cabo chama-se cabo cross-over. Logicamente este cabo só poderá ser usado caso a sua rede tenha apenas dois computadores. Neste tipo de cabo a posição dos fios é diferente nos dois conectores, de um dos lados a pinagem é a mesma de um cabo de rede normal, enquanto no outro a posição dos pares verde e laranja são trocados. Daí vem o nome cross-over, que significa, literalmente, cruzado na ponta:
- Conector 1:
1- Branco com Laranja
2- Laranja
3- Branco com Verde
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Verde
7- Branco com Castanho
8- Castanho

- Conector 2:
1- Branco com Verde
2- Verde
3- Branco com Laranja
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Laranja
7- Branco com Castanho
8- Castanho


















Existe um teste simples para saber se o cabo foi crimpado correctamente: basta conectar o cabo à placa de rede do computador e ao hub. Tanto o LED da placa quanto o do hub deverão acender. Naturalmente, tanto o computador quanto o hub deverão estar ligados.
Existem também aparelhos testadores de cabos, que oferecem um diagnóstico muito mais sofisticado, dizendo por exemplo se os cabos são adequados para transmissões a 10 ou a 100 megabits. Estes aparelhos serão bastante úteis caso você vá crimpar muitos cabos, mas são dispensáveis para trabalhos esporádicos.


Os cabos de rede são um artigo barato, que representam apenas uma pequena percentagem do custo total da rede. Os cabos de par entrançado podem ser comprados por 40 cêntimos o metro, enquanto os conectores custam 30 ou 40 cêntimos cada. O único artigo relativamente caro é o alicate de crimpagem.

Meios físicos de transmissão sem fios (wireless)
Ondas no espaço (Sem fios)
– Infravermelhos
– Rádio
– Microondas
– Laser
– Ondas de satélite

Vantagens
- Flexibilidade e fiabilidade;
- Mobilidade;
- Rapidez e facilidade de instalação;
- Custos reduzidos de instalação e de alteração;
- Utilizadas para comunicações móveis.


Desvantagens
- Maior susceptibilidade de interferências electromagnéticas;
- As velocidades de transmissão são inferiores;
- O preço do equipamento é mais elevado.

Exemplos de utilização
• Edifícios de interesse histórico (onde os cabos de rede tornam-se pouco estéticos);
• Aplicações de medicina, permitindo o acesso por terminais portáteis;
• Actividades temporárias ou redes sujeitas a reconfigurações frequentes;
• Extensão da rede a zonas onde não é possível ou não é viável a instalação de cablagem.

Tipos de transmissões sem fios
• Por infravermelhos
• Por laser
• Por microondas
• Por rádio
• Por satélite

Infravermelhos
• Podem ser utilizados em sistemas de uso doméstico (televisores, vídeos, automóveis) para transmitir sinais digitais entre computadores, tornando-se necessário que estes computadores se encontrem relativamente próximos uns dos outros.


• Existem normas para transmissões entre 1.15 Mbps e 4 Mbps com alcances máximos
entre 15 m e 60 m e ainda entre 10 e 155 Mbps e com alcance de 30 m.


• As desvantagens dos infravermelhos estão sobretudo na necessidade de linha de vista entre emissor e receptor (impossível interligar através de paredes) e nas distâncias longas.

Vantagens
– As frequências a que trabalham não obrigam a pedidos de licença;
– Privacidade – não passam através das paredes;
– Componentes – não são dos mais caros (para taxas baixas).

Desvantagens
– Necessidade de linha de vista entre emissor e receptor;
– Altas taxas obrigam a equipamentos muito caros;
Mais susceptíveis a erros.

Laser
• São, por vezes, uma boa alternativa à fibra óptica em redes locais já que permite grandes débitos e, como todas as ligações sem fios, grande mobilidade.
Há equipamentos no mercado capazes de ultrapassar os 6 Mbps até 3 km de distância

Vantagens
– Altos débitos se a poucos quilómetros de distância
– Não necessita de pedido de autorização a entidades gestoras do espaço radioeléctrico

Desvantagens
– Sensível a poeiras, nevoeiro, chuva, etc.
– O alinhamento do emissor e do receptor é extremamente rigoroso, o que traz por vezes dificuldades no equipamento exterior

Microondas
• São possíveis transmissões equivalentes às das várias Ethernets (10 Mbps a 100 Mbps) a distâncias variadas, utilizadas nas comunicações móveis.
• São usadas muitas vezes para ligações entre edifícios.
• As suas vantagens e desvantagens são semelhantes às dos infravermelhos.
• Baixa capacidade em termos de velocidade
de transmissão

Ondas rádio
É a tecnologia mais ‘robusta’ para redes sem fios, passam através das paredes. Existe as seguintes modalidades:


• WLAN (Wireless LAN) – 1 a 54 Mbps
• LAN-to-LAN – 2 a 100 Mbps
• WWAN (Wireless WAN) – 1 a 32 Kbps
• WMAN (Wireless MAN) – 10 a 100 Kbps
• WPAN(Wireless PAN) – 0,1 a 4 Mbps

Ondas satélite
• Suportam uma largura de banda elevada.
• Os satélites usados para telecomunicações ou transmissão de dados sob a forma digital encontram-se em orbitas a cerca de 30-40 km da superfície terrestre.
1. Uplinks- transmissão da terra para o satélite.
2. Downlinks- transmissão do satélite para a terra.